Resposta curta: Dragon Ball GT é uma produção oficial da Toei, mas não adapta uma continuação escrita por Akira Toriyama e não integra a continuidade narrativa seguida por Dragon Ball Super. O termo “cânone” precisa ser usado com essa distinção.
Em Dragon Ball (ドラゴンボール / Doragon Bōru), a resposta fica mais clara quando separam-se os fatos mostrados pela obra, as escolhas da adaptação e as interpretações populares.
O que a obra mostra
GT foi lançado como sequência televisiva de Dragon Ball Z e se passa depois do fim apresentado no anime. Toriyama contribuiu com elementos de design e o título, mas a história foi desenvolvida para a animação. Anos depois, Super construiu outro caminho após a luta contra Majin Buu, com Beerus, deuses e novas regras.
De onde vem a confusão
A confusão nasce porque “oficial” e “canônico” não significam a mesma coisa. Uma obra licenciada pode ser autêntica dentro da franquia e ainda ocupar uma linha alternativa. Além disso, cronologias promocionais costumam listar lançamentos, não declarar que todos os eventos convivem no mesmo universo.
Como interpretar a questão
A formulação mais precisa é: GT pertence à continuidade do anime que leva seu nome; Super pertence a outra continuidade derivada dos roteiros-base de Toriyama. O final de Z continua sendo um ponto de referência, mas os caminhos até ele não se encaixam sem contradições.
Conclusão
GT não é “fanfic” nem uma temporada de Super. É uma sequência oficial alternativa, com identidade e continuidade próprias.
Referências na obra: Dragon Ball GT, episódios 1–64; cronologia editorial do Dragon Ball Official Site.
Nota editorial: este guia separa informação canônica, diferenças de adaptação e leitura crítica. O texto será atualizado se uma fonte oficial posterior alterar algum ponto.