Resposta curta: A maioria dos filmes antigos de Dragon Ball Z não cabe na linha do tempo do mangá sem contradições. Eles funcionam como aventuras paralelas. Já Broly e Gogeta foram recriados em Dragon Ball Super, em versões próprias dessa continuidade.
Em Dragon Ball (ドラゴンボール / Doragon Bōru), a resposta fica mais clara quando separam-se os fatos mostrados pela obra, as escolhas da adaptação e as interpretações populares.
O que a obra mostra
Filmes como O Retorno de Cooler e Uma Nova Fusão apresentam estados do elenco que não coincidem com os arcos televisivos: personagens mortos aparecem vivos, inimigos de fases diferentes são misturados e intervalos narrativos não comportam a aventura. Isso não reduz seu valor; apenas define a relação com a história central.
De onde vem a confusão
Os nomes confundem. O Gogeta de Uma Nova Fusão e o de Dragon Ball Super: Broly compartilham conceito e visual básico, mas não são obrigatoriamente a mesma ocorrência histórica. O mesmo vale para o Broly dos anos 1990 e o saiyajin reescrito no filme de 2018. Cooler e Janemba ainda não receberam integração equivalente na narrativa principal.
Como interpretar a questão
Battle of Gods e Resurrection ‘F’ ocupam uma zona diferente: começaram como filmes ligados à continuidade moderna e depois foram recontados pelo anime e pelo mangá de Super. Para cada debate, é preciso citar qual versão está sendo usada.
Conclusão
Os longas clássicos são oficiais, mas em geral paralelos. Personagem reaproveitado não torna retroativamente canônicos os eventos de seu filme antigo.
Referências na obra: Dragon Ball Official Site, seção de cronologia; Dragon Ball Super: Broly (2018).
Nota editorial: este guia separa informação canônica, diferenças de adaptação e leitura crítica. O texto será atualizado se uma fonte oficial posterior alterar algum ponto.