Resposta curta: L acreditava fortemente que Light era Kira, mas nunca obteve uma prova que pudesse encerrar o caso. Suas porcentagens verbalizadas funcionam também como pressão psicológica e não devem ser lidas como medidor científico de convicção.
Em Death Note (DEATH NOTE / デスノート), a resposta fica mais clara quando separam-se os fatos mostrados pela obra, as escolhas da adaptação e as interpretações populares.
O que a obra mostra
O investigador reduz o suspeito ao Japão, à região de Kanto e ao círculo com acesso a informações policiais. O comportamento de Light, a vigilância e o contato com os agentes do FBI aumentam a suspeita. Por isso L aproxima o estudante e o mantém sob observação direta.
De onde vem a confusão
Quando Light perde as memórias do caderno, seu comportamento muda genuinamente e a investigação trava. A regra falsa dos 13 dias parece inocentá-lo. L desconfia da regra e pretende testá-la, movimento que leva Rem a agir para proteger Misa.
Como interpretar a questão
Saber no sentido intuitivo não basta em investigação. L precisa explicar método, arma e vínculo com as mortes. Light constrói camadas para que a hipótese correta pareça impossível de provar. A tragédia é L chegar perto da verdade sem completar a cadeia de evidências.
Conclusão
L praticamente identifica Kira, mas morre antes de demonstrá-lo de forma conclusiva. Dizer que ele “não sabia de nada” ignora a investigação; dizer que “já tinha prova” ignora o conflito central.
Referências na obra: Mangá Death Note, capítulos 1–58.
Nota editorial: este guia separa informação canônica, diferenças de adaptação e leitura crítica. O texto será atualizado se uma fonte oficial posterior alterar algum ponto.