Os SJW atacaram novamente e o BPO, o comité de ética de radiodifusão japonesa, recebeu recentemente múltiplas queixas relativas à adaptação para série anime do mangá Mahou Shoujo Site (Mahou Shoujo Site) de Kentarō Satō. Alegadamente a série anime promove violência contra alunas.

O BPO revelou que em abril de 2018 recebeu 677 queixas sendo que destas 70% foram de homens, 28% de mulheres e 2% de “outros”.

Numa das queixas é possível ler:

Durante um programa de animação de madrugada, houve representações encorajando assalto, violência sexual e intimidação para com uma estudante do ensino médio, também era possível ver menores a cometer atos criminosos. Isto estava disponível via transmissão pública, conteúdo anime como este sendo transmitido faz-me sentir desconfortável.

A produção de Mahou Shoujo Site (Mahou Shoujo Site) está a cargo da production doA, a direção é de Tadahito Matsubayashi (Tokyo Ghoul: Pinto) e o guião é de Takayo Ikami (Yuri Kuma Arashi, Beautiful Bones -Sakurako’s Investigation-).

No site oficial podemos ler:

Asagiri Aya é uma jovem que sofre bullying na escola. Procurando uma maneira de escapar aos seus problemas, ela procura na Internet uma distração, quando aparece um site misterioso chamado “Magical Girl Site”. Bastou apenas ver a página para Aya se envolver no mundo mortal do Magical Girl Apocalypse. Lá, é lutar ou morrer, contra uma série aparentemente infinita de máquinas selvagens e adoráveis, cada uma armada com poderes mágicos e uma sede inextinguível de sangue e caos.

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