Resposta curta: “Lendário” não garante que exista apenas um indivíduo de cada espécie. O anime e os jogos mostram múltiplos exemplares em vários casos; a raridade, o papel mitológico e a classificação são mais importantes que unicidade absoluta.
Em Pokémon (ポケットモンスター / Pocket Monsters), a resposta fica mais clara quando separam-se os fatos mostrados pela obra, as escolhas da adaptação e as interpretações populares.
O que a obra mostra
A animação apresenta uma Lugia adulta e um filhote chamado Silver, diferentes Latias e Latios e aparições de outros lendários em locais ou épocas diversas. Treinadores como Tobias também possuem espécies lendárias sem que as manifestações anteriores deixem de existir.
De onde vem a confusão
Alguns Pokémon são tratados como entidades singulares em determinada história — criadores, guardiões ou personificações. Mesmo assim, filmes e séries podem ocupar continuidades próprias, e jogos diferentes usam mitologia local. Generalizar uma regra única cria contradições desnecessárias.
Como interpretar a questão
É melhor analisar espécie por espécie e versão por versão. A Pokédex registra lendas do mundo, não um censo global infalível. “Mítico” também é uma categoria de distribuição e raridade, não prova automática de que só um corpo existe em todo multiverso.
Conclusão
Lendário significa extraordinário e raro; unicidade precisa ser demonstrada pela história específica. O anime já confirmou que a resposta geral é “nem sempre”.
Referências na obra: Pokédex oficial; Pokémon: The Johto Journeys, arco da Lugia e aparições de Latias/Latios na animação.
Nota editorial: este guia separa informação canônica, diferenças de adaptação e leitura crítica. O texto será atualizado se uma fonte oficial posterior alterar algum ponto.