Resposta curta: A Death Note exige nome e rosto corretos e só executa circunstâncias fisicamente possíveis. Há prazos para definir causa e detalhes, limites sobre controle de ações e casos em que a tentativa falha ou produz ataque cardíaco.
Em Death Note (DEATH NOTE / デスノート), a resposta fica mais clara quando separam-se os fatos mostrados pela obra, as escolhas da adaptação e as interpretações populares.
O que a obra mostra
O usuário escreve o nome pensando no rosto para evitar homônimos. Depois tem 40 segundos para indicar causa da morte e mais 6 minutos e 40 segundos para detalhá-la. Sem causa, ocorre ataque cardíaco. Ortografia errada e identidades desconhecidas criam obstáculos reais.
De onde vem a confusão
O caderno não transforma a vítima em onipotente. Uma pessoa não pode revelar informação que desconhece nem realizar ação impossível. Ordens que provocariam diretamente outras mortes fora das regras são restringidas; detalhes inviáveis retornam ao resultado padrão.
Como interpretar a questão
Light contorna limitações investigando nomes, usando transmissões e planejando padrões. L explora justamente a necessidade de informação e tempo para reduzir a localização de Kira. Shinigami Eyes removem parte do obstáculo ao mostrar nomes, mas custam metade da expectativa de vida humana.
Conclusão
O poder é enorme, porém condicionado. As regras não são decoração: elas formam o sistema lógico que permite o duelo investigativo.
Referências na obra: Mangá Death Note, páginas de regras entre capítulos e casos experimentais usados por Light.
Nota editorial: este guia separa informação canônica, diferenças de adaptação e leitura crítica. O texto será atualizado se uma fonte oficial posterior alterar algum ponto.